Idade Emocional

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Michel Alcoforado

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Antropólogo E Pesquisador Consumoteca
Marina Roale

Marina Roale

Líder em Pesquisa e Conteúdo Consumoteca

Os hábitos, as aspirações e o estilo de vida superaram a contagem dos anos para determinar a nossa idade emocional.

Com esse novo pensamento, estamos aprendendo que o envelhecimento é um privilégio e não um problema. Está na hora de tirarmos um pouco o foco da juventude a todo custo para, finalmente, aprender a envelhecer de forma gentil, leve e agradável.

Vamos ocupar a mente com o que nos faz bem e nos deixa em paz com a nossa contribuição para a sociedade independentemente dos anos já vividos. O “futuro ocupacional” é a prova dessa tendência, diferenciando trabalho, atividade e ocupação.

O futuro e a longevidade estão aí para serem vividos a plenos pulmões e ninguém melhor do que as novas gerações para colocar em prática o que vamos definir agora.

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Ana Lucia De Mello Castanho62 anos | Relações Públicas

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“O envelhecer para mim foi uma descoberta e uma autodefinição. Me descobri uma outra pessoas depois dos 60 anos de idade. Descobri que eu quero e posso ser uma pessoa melhor do que já fui. Tenho tempo para isso. Hoje em dia, consigo passar isso para as outras pessoas. Não à toa, criei uma página no Instagram por meio da qual ajudo outras mulheres a ter mais autoestima na melhor idade. É um bem que todo mundo deve usar a seu favor. Você começa se enxergar, a gostar de você, a se cuidar. Você consegue agradar o outro e a si mesmo quando você se gosta. E é assim que eu me defino hoje em dia. Sou uma pessoa muito mais amorosa, mais cuidadosa, porque eu presto mais atenção nas coisas. Hoje, eu tenho esse tempo para prestar atenção. E me cuidar também. Isso acho que todo mundo pode: se reinventar na terceira idade.

Por isso, hoje, as redes sociais são tão importantes. É através delas que tenho a possibilidade de passar para as pessoas aquilo que eu penso. E isso tem poder de propagação; você tem mais visibilidade. E eu sou cada vez mais curiosa, estou sempre querendo aprender coisas novas. Se surge uma novidade, eu vou sempre atrás, usando em benefício próprio e para conseguir impactar o outro. No fim, é isso que importa.

Foto Paulo Reis

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